Politicando
Jó quebra o silêncio e acusa adversários de fazerem “manobra” para barrar sua candidatura na chapa de Cunha
Deputada estadual gravou vídeo nesta quarta-feira (15), elogiando dirigentes do PSDB
Pela primeira vez, a deputada estadual Jó Pereira (PSDB) decidiu falar sobre a movimentação feita para impedir que ela seja a vice de Rodrigo Cunha (União) na chapa ao Governo de Alagoas. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a parlamentar acusa a família Calheiros de fazer “manobras” e afirma está firme na disputa majoritária.
Ao garantir que não será calada, Jó Pereira fez questão de lembrar que o ex-governador Renan Filho (MDB) sempre responsabilizou o PSDB por ter deixado uma “gestão maldita”, tratando os membros do ninho tucano como representantes do “atraso”.
Citando o ex-governador e presidente de honra do PSDB, Teotônio Vilela, como um orgulho para a política alagoana, a deputada justificou sua mudança de partido. “Uma perseguição implacável”, relatou Pereira ao se referir a sua permanência no MDB.
Por fim, Jó Pereira reafirmou fazer oposição à família Calheiros e aos “acordãos” envolvendo outros grupos políticos, e disse está pronta para defender Alagoas. “Juntos, com fé, venceremos as artimanhas daqueles quem seguram as cordas dos fantoches, como se pudessem controlar também o destino e a vontade de cada um de nós, alagoanos e alagoanas", concluiu.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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