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Adversários miram em Rodrigo Cunha para crescerem nas pesquisas

Chegada de Collor na disputa majoritária mexeu com número nas pesquisas

15/06/2022 17h05
Adversários miram em Rodrigo Cunha para crescerem nas pesquisas

A estratégia das equipes de marketing dos pré-candidatos ao Governo de Alagoas, Paulo Dantas (MDB) e Rui Palmeira (PSD), já é clara: atacar o principal adversário de ambos, o senador licenciado Rodrigo Cunha (União Brasil).

Cunha tem pontuado bem nas pesquisas de opinião pública, além de aparecer com a menor rejeição. Isso o torna o alvo de todos os demais concorrentes ao Palácio República dos Palmares.

Apoiado pelo prefeito de Maceió, JHC (PSB), e pelo presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), Rodrigo Cunha já saiu da defensiva. No entanto, a estratégia utilizada em atacar apenas Paulo Dantas e o grupo político liderado pela família Calheiros parece não está dando certo.

Fato é que o pré-candidato do União Brasil não pode ficar estagnado nos números, e necessita apresentar algum crescimento. Principalmente, pela chegada de um novo concorrente para a disputa majoritária: o senador Fernando Collor (PTB).

Nos bastidores, aliados sugerem que Cunha precisa de uma equipe de comunicação “mais ousada”. Para outros, “só associar sua imagem a do prefeito JHC não será suficiente”. A verdade é que os passos estão sendo acelerados e quem dormir no ponto vai levar rasteira.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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