Politicando
Kelmann Vieira expõe desafeto com secretário Vitor Pereira: ‘vou desmascarar suas mentiras’
A briga seria pelo controle da Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev)
O vereador por Maceió, Kelmann Vieira (MDB), usou as redes sociais neste final de semana para expor um desafeto com o secretário de Governo de Paulo Dantas, Vitor Pereira (PSB). Os bastidores da política dizem que o motivo da briga seria o controle da Seprev.
No sábado (04), Kelmann chamou a atenção de seus seguidores com publicações direcionadas ao secretário de Governo, Vitor Pereira. O vereador chamou de “primeiro-ministro” o homem da confiança de Dantas, dizendo que iria "desmascarar suas mentiras".
“Primeiro-ministro Vitor Pereira. Veio do nada e ao nada voltará devido sua arrogância, prepotência, falsidade e inverdades. A você, meu desprezo e minha indiferença. Vou desmascarar suas mentiras”, escreveu Kelmann, dizendo ainda que Vitor Pereira tem um desejo sórdido de poder e dinheiro.
O vereador, recém filiado ao MDB, disse acreditar que estava dentro de um grupo composto por pessoas republicanas. “Por essas bandas também tem um primeiro-ministro que se acha acima do bem e do mal”, falou.
As informações de bastidores dizem que o motivo da briga seria o controle da Seprev, pasta que estava nas mãos do vereador Kelmann antes de ser mandado de volta para a Câmara com o objetivo de melhorar o quadro oposicionista de JHC na Casa.
As publicações de Kelmann, em que o nome do secretário Vitor Pereira é mencionado, foram apagadas de suas redes sociais, mas como diz o ditado contemporâneo: “o print é eterno”.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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