Politicando
Guilherme Boulos indica vice de Ricardo Barbosa para a Prefeitura de Maceió
O PSOL apresentou o nome de Eliane Silva para compor a chapa petista em Maceió
O “Café do dia 13” realizado mensalmente pela Federação Brasil da Esperança trouxe a novidade da semana: a indicação de Eliane Silva (PSOL) como vice-prefeita na chapa de Ricardo Barbosa (PT).
De acordo com informações de bastidores, o nome de Eliane - coordenadora nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-teto (MTST) - teria sido uma indicação do pré-candidato a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL-SP), que está de olho no fortalecimento do partido para as eleições de 2026.
Com a indicação de um nome da Federação PSOL-REDE, a união com a Federação Brasil da Esperança (PV, PT e PCdoB) se concretiza para as eleições em outubro com o objetivo de aumentar a participação de nomes da Esquerda no campo político maceioense.
O presidente do PT Maceió, Marcelo Nascimento, disse que Eliane Silva foi apresentada pela Federação PSOL-REDE, mas lembrou que a decisão só será formalizada na convenção.
“As tratativas estão bem avançadas na perspectiva de que o PSOL indique o vice-prefeito na chapa do PT. Essa decisão será formalizada na convenção que irá ocorrer no final de julho”, disse o presidente petista.
Vale ressaltar, que nos bastidores o senador Renan Calheiros (MDB) tem trabalhado para o PT indicar o vice na chapa de Rafael Brito (MDB). Essa ideia vem perdendo força com o passar do tempo e com as articulações que os petistas de Maceió vem executando.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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