Politicando
Renan Filho informa a Lula que deixará ministério para candidatar-se ao governo de Alagoas em 2026
Ministro dos Transportes está cada vez mais próximo de buscar retorno ao Palácio Zumbi dos Palmares
A informação que chega de Brasília deixa ainda mais nítido o cenário eleitoral para Alagoas em 2026. Segundo a imprensa nacional, Renan Filho já comunicou ao seu chefe, o presidente Lula, que vai mesmo deixar o ministério dos transportes dentro do prazo legal e se candidatar ao governo do estado.
O ministro já vem direcionando o seu discurso, desde meados de 2024, para os temas regionais e locais, embora também se posicione em torno dos temas da sua pasta. Nos bastidores, o ex-governador também já mantém conversas com profissionais da área para montar um gabinete de trabalho ainda este ano.
Com isso, Renan pretende reassumir o mandato de governador que já foi seu por quase oito anos, entre 2015 e 2022. A missão, segundo dizem interlocutores, é mais para garantir um novo mandato ao pai, Renan Calheiros, do que seu interesse particular.
Renan pai, como dizem os mais próximos, é o ‘plano A’ para 2026.
Sabedor das articulações políticas que giram em torno das próximas eleições, o ministro também apagou da sua agenda as críticas a JHC, que pode ser até mesmo seu companheiro de chapa majoritária nas urnas.
E quanto ao episódio de 2022, quando estacionou o trio elétrico em frente ao prédio do prefeito, e o ‘chamou pra briga’ eleitoral? quem viu, viu.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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