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MDB recebe mais dois deputados e líder da região Sul em chapa de estaduais

André Silva, Lelo Maia e Marcos Beltrão vão engrossar chapa de estaduais da legenda

30/03/2026 17h05 - Atualizado em 30/03/2026 18h06
MDB recebe mais dois deputados e líder da região Sul em chapa de estaduais

O MDB realizou hoje mais uma leva de filiações à sigla, que fecha os últimos nomes para as chapas de deputado estadual e federal nas eleições de outubro. O partido deve contar, mais uma vez, com a maior bancada na ALE e vai disputar de duas a três vagas na Câmara dos Deputados.

Dentre os filiados desta segunda, estão dois nomes de mandato: os deputados estaduais Lelo Maia, que deixa o União Brasil, e André Silva, que deixa o Republicanos. Ambos têm boas chances de conquistar a reeleição para a Casa de Tavares Bastos.

Nomes sem mandato também oficializaram sua adesão ao MDB: o suplente de deputado estadual Henrique Chicão - que também deixa o Republicanos; Marcos Beltrão, irmão do prefeito de Coruripe Marcelo Beltrão; o pastor Jacques Balbino, líder da igreja Assembleia de Deus do Brás e sua esposa, Cláudia Balbino.

Com as filiações, a chapa de estaduais da sigla se consolida mais uma vez como a mais forte das eleições, podendo aumentar ainda mais a bancada atual, que é de 14 parlamentares.

Já na chapa de federais, a sigla fecha os últimos nomes, e deve ter a secretária de trabalho do estado, Cláudia Balbino, como uma de suas integrantes. Liderança de uma das maiores denominações evangélicas de Alagoas, ela e seu marido devem consolidar uma candidatura forte à Câmara.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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