AL tem queda em violência contra LGBTQI+, mas ainda é difícil mensurar
Pesquisa leva em conta números da sociedade civil e Disque 100
O Atlas da Violência 2020, desenvolvido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mostrou que Alagoas registrou uma diminuição na violência contra a população LGBTQI+ entre 2017 e 2018.
A pesquisa levou em conta dados recolhidos pela sociedade civil, como o Grupo Gay da Bahia (GGB); denúncias registradas pelo Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH); e registros do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).
Porém, o próprio Atlas da Violência destaca que ainda é difícil mensurar, de forma confiável, a prevalência da violência contra esse segmento da população.
O número de denúncias de violência contra pessoas LGBTQI+ caiu de 30 em 2017 para 16 em 2018. Em relação à lesão corporal, não houve registro nos dois anos. Já em relação à tentativa de homicídios não houve registro em 2017, enquanto, em 2018, uma pessoa LGBTQI+ sofreu tentativa de homicídio. Em 2018, foram sete homicídios, já em 2018 duas pessoas foram assassinadas.
Veja também
Últimas notícias
Nivaldo Albuquerque recebe forte apoio político em São Luís do Quitunde
Esposa de Lito Sousa esclarece se ele recuperou movimentos da mão
Prefeito Luciano Barbosa inaugura creche no povoado Poção nesta segunda (28)
Merendeira é homenageada por equipe de escola em despedida
Relator vota contra investigação criminal de Gonet por mensagens de Vorcaro
Dois jovens morrem após colisão com carro na AL-220, em Tapera
Vídeos e noticias mais lidas
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
Prefeitura inscreve para a segunda Consulta Pública do Plano de Mobilidade Urbana
Confira o que abre e fecha em Alagoas no feriado desta quarta-feira (16)
