Suspeito de perseguir e matar adolescente de 13 anos com tiro na cabeça é preso
A menina Ana Beatriz morta no fim de agosto
A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (17) o suspeito de ter perseguido e matado a menina Ana Beatriz, de 13 anos, no bairro da Levada. O crime ocorreu no final de agosto.
A operação teve o comando da delegada Tacyane Ribeiro, coordenadora da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e do delegado Francisco Medson, e contou com o efetivo da DHPP e da Oplit.
O suspeito foi preso no bairro Ponta Grossa, em cumprimento ao mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário. Na ação, também foi apreendida uma pistola, munições e vestimentas como luvas, boné e máscaras.

A motivação do crime e a identidade do suspeito ainda não foram divulgados pela polícia.
O crime
A menina estava na Vila Brejal ao lado da prima quando foi baleada na cabeça. Ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE).
A família disse à polícia que a adolescente não tem envolvimento com tráfico de drogas, nem era usuária. Os familiares acreditam que o autor pode ser um homem que tentou se relacionar com a adolescente, mas teria sido rejeitado por ela.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
