Siderlane Mendonça é acusado de cometer ‘rachadinha’ em 2020; 11 servidores da Câmara são afastados
Servidores da Câmara de Maceió e assessores teriam repassado parte de seus salários como doação para campanha do vereador
O vereador por Maceió, Siderlane Mendonça (PL), afastado durante o cumprimento da Operação Falácia da Polícia Federal, é acusado de liderar um esquema de “rachadinha”. Servidores da Câmara Municipal e assessores do vereador teriam repassado parte de seus salários para o parlamentar.
Os valores eram enviados para o vereador como doação para sua campanha de reeleição em 2020, quando Siderlane Mendonça disputou o pleito pelo PSB.
Além de Siderlane Mendonça, a Justiça afastou 11 servidores da Câmara Municipal que são ligados ao vereador que é o terceiro secretário da Mesa Diretora da Casa de Mário Guimarães.
Informações que constam no site DivulgaCand 2020, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostram que servidores e assessores lotados no gabinete do vereador Siderlane Mendonça haviam feito doações para a campanha de reeleição do parlamentar.
“Rachadinha” é considerado crime apesar de não estar previsto no Código Penal e pode, ainda, ser qualificado em crime de peculato, concussão e corrupção passiva.
Operação Falácia
A Polícia Federal deflagrou a Operação Falácia na manhã desta sexta-feira (25) contra um grupo do qual Siderlane Mendonça é suspeito de liderar. O grupo investigado é acusado de cometer crimes eleitorais em 2020, como corrupção, lavagem de dinheiro e desvio.
Agentes da PF realizaram buscas no gabinete do vereador na Câmara Municipal de Maceió.
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