Mãe e padrasto são presos em AL por estupro de criança de seis anos
Crime ocorreu no estado de Minas Gerais; suspeitos estavam escondidos na casa de parentes no município da Barra de São Miguel, em AL
Um casal foragido da justiça de Minas Gerais, suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas seis anos, foi preso na tarde desta sexta-feira (24) no município da Barra de São Miguel, litoral sul de Alagoas. A operação, que contou com a cooperação entre as polícias dos dois estados, deu cumprimento aos mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça Campos Altos (MG).
De acordo com o coordenador da Operação Policial Integrada (Oplit), Adjeferson Pessoa, o casal estava escondido na residência de um parente na Barra de São Miguel. No momento da abordagem policial, o homem de 34 anos, padrasto da vítima, reagiu à ordem de prisão e entrou em luta corporal com os agentes. Ele precisou ser contido pela equipe antes de ser encaminhado, junto à esposa, para a Central de Flagrantes em Maceió.
Ainda de acordo com Adjeferson Pessoa não é confirmação se os parentes que abrigavam o casal em Alagoas tinham conhecimento do crime ou da condição de foragidos dos suspeitos.
O crime, que gerou grande repercussão e revolta em Minas Gerais, veio à tona após a polícia de Campos Altos realizar o resgate da criança de seis anos. A vítima foi socorrida e encaminhada imediatamente para uma unidade hospitalar para atendimento médico e constatação do abuso.
Segundo informações da polícia mineira, logo após o resgate da menor e a confirmação do crime, os agentes se deslocaram até a residência da família. No entanto, a mãe da criança, de 27 anos, e o padrasto já haviam fugido. A fuga de ambos acabou reforçando os indícios de que a genitora era conivente com os abusos praticados pelo companheiro.
Embora a prisão tenha ocorrido em solo alagoano, o casal deverá ser ouvido pelas autoridades locais e, posteriormente, transferido para o sistema prisional de Minas Gerais, onde responderão pelo crime de estupro de vulnerável. As investigações continuam para determinar por quanto tempo a criança foi submetida aos abusos e se houve a participação ou omissão de outras pessoas próximas ao núcleo familiar.
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