Marinha se manifesta sobre caso de sargento suspeito de estupro em Maceió
Militar foi alvo de busca e apreensão cumprido pela Polícia Civil
A Capitania dos Portos de Alagoas (CPAL) se manifestou, por meio de nota, sobre o caso do sargento de 34 anos, que foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Civil nesta quinta-feira (6), em Maceió. Ele é investigado pela suspeita de abusar sexualmente de uma adolescente de 17 anos durante uma corrida por aplicativo, em dezembro de 2025. A Marinha do Brasil destacou que não compactua com qualquer forma de violência.
O mandado foi cumprido na residência do investigado, localizada na Vila Naval da Marinha, no bairro Poço, região central da capital alagoana. Durante a operação, os policiais apreenderam aparelhos celulares, um notebook e pen drives, que serão submetidos à perícia para auxiliar no andamento das investigações.
A Capitania dos Portos frisou que os fatos estão em apuração pela Polícia Civil, por se tratar de ocorrência cuja investigação não se insere, até o momento, na esfera de competência da Marinha do Brasil.
O militar nega o crime. Em depoimento, afirmou que, no dia dos fatos, estaria trabalhando na Marinha e sustentou que não praticou qualquer ato criminoso.
De acordo com a delegada Talita Aquino, responsável pelo caso, a adolescente havia solicitado uma corrida por aplicativo para voltar para casa após consumir bebida alcoólica. Segundo a investigação, ela se encontrava em situação de vulnerabilidade, circunstância que teria sido aproveitada pelo motorista para cometer o abuso. A investigação agora busca esclarecer se o suspeito fez outras vítimas.
Confira na íntegra a nota da Marinha do Brasil:
NOTA À IMPRENSA
Maceió, AL, 06 de agosto de 2026.
A Capitania dos Portos de Alagoas (CPAL) informa que tomou conhecimento do cumprimento de mandado judicial de busca e apreensão relacionado a fato investigado pela Polícia Civil do Estado de Alagoas, imputado a um dos integrantes de sua Força de Trabalho.
Os fatos encontram-se em apuração pela autoridade policial competente, por se tratar de ocorrência cuja investigação não se insere, até o momento, na esfera de competência da Marinha do Brasil.
A Marinha do Brasil não compactua com qualquer forma de violência e reafirma seu compromisso com a legalidade, a disciplina, a ética e o respeito à dignidade da pessoa humana.
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