Política

Preso por ligação com o CV, PTK declara apoio a Marcos Barbosa

Segundo o influenciador, o deputado ajudou a ele e seus projetos enquanto estava recluso

Por Felipe Ferreira 08/09/2026 10h10 - Atualizado em 08/09/2026 10h10
Preso por ligação com o CV, PTK declara apoio a Marcos Barbosa
PTK pediu que seus apoiadores votem em Marcos Barbosa como forma de gratidão - Foto: Reprodução | Redes Sociais

O influenciador digital Patrik Almeida, mais conhecido como PTK, declarou apoio à reeleição do deputado estadual Marcos Barbosa (PT). Segundo o influenciador, o parlamentar foi uma das poucas pessoas que o ajudou enquanto estava preso.

PTK disse, ainda, que Marcos Barbosa ajudou a família e seus projetos na zona sul de Maceió a se manter de pé enquanto estava detido.

“Me tiraram o direito de ser candidato, mas não me tiraram o direito de lutar pelas comunidades. Nos momentos bons, o deputado Marcos Barbosa esteve comigo e no pior momento da minha vida, ele me ajudou. Deu assistência à minha família e não permitiu que o projeto dos motoboys fechasse a porta”, disse PTK.

Como gratidão, o influenciador pediu que seus apoiadores votem no candidato petista a deputado estadual.

“Hoje agradeço e reconheço quem estava comigo de verdade no pior momento da minha vida. E peço a você que vota em PTK, que vote em Marcos Barbosa. Não podemos permitir que meus projetos na comunidade acabem. Junto com Marcos Barbosa, todos os meus projetos vão continuar”, afirmou.

Braço político do crime


PTK foi preso após ser apontado pela Polícia como braço político do Comando Vermelho em Alagoas. Segundo as investigações, o influenciador teria sido cooptado para disputar o cargo de vereador em Maceió para representar a facção na Casa Legislativa.

Com a prisão, PTK foi impedido de levar adiante sua pré-candidatura a deputado federal pelo MDB na eleição deste ano.

O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) concedeu um habeas corpus
em meados de agosto. Os magistrados entenderam que não havia elementos concretos para demonstrar que o influenciador integrava o Comando Vermelho ou que sua liberdade representasse risco à investigação.