Eleições

“Todo comprador de voto é ladrão”, afirma Júlia Nunes ao defender fim da compra de votos

Candidata a Deputada Federal usou as redes sociais para criticar a velha política, defender o voto de opinião e reafirmar seu discurso de enfrentamento aos poderosos

Por 7Segundos, com Assessoria 21/09/2026 10h10
“Todo comprador de voto é ladrão”, afirma Júlia Nunes ao defender fim da compra de votos
Julia Nunes defende fim de compra de votos - Foto: Reprodução

A candidata a deputada federal Júlia Nunes voltou a colocar a compra de votos no centro do debate eleitoral. Em publicação nas redes sociais, ela foi direta: “Todo comprador de voto é ladrão.”

Para Júlia, essa prática precisa acabar. Segundo ela, quem paga pelo voto não estabelece um compromisso com a população, mas tenta comprar o direito de representá-la.

“Quem paga pelo voto não tem compromisso com o povo. Tem compromisso com o próprio projeto de poder”, afirma Júlia na mensagem divulgada pelas redes sociais.

A postura acompanha uma trajetória marcada pelo enfrentamento. Júlia Nunes construiu sua atuação pública defendendo mulheres e, ao longo dos anos, afirma ter enfrentado grupos poderosos sem recuar diante de pressões. A candidata costuma reforçar que nunca foi uma mulher de baixar a cabeça e que sua atuação política é marcada pela coragem de defender suas posições.

“Eu sempre enfrentei os poderosos. Nunca baixei a cabeça e não vai ser agora que vou baixar”, é a mensagem que resume o tom adotado pela candidata nesta campanha.

Júlia também reafirma a defesa do voto de opinião, aquele dado pela convicção do eleitor e não pela troca de favores. Para ela, é esse tipo de voto que pode mudar a relação entre representantes e população e romper com práticas que mantêm a política dependente de interesses individuais.

Sua trajetória política tem como uma das principais bandeiras a defesa das mulheres, pauta que, segundo a candidata, continuará sendo uma das prioridades de seu mandato caso seja eleita.

A crítica à compra de votos ocorre em meio à campanha eleitoral de 2026. A Justiça Eleitoral considera ilícita a oferta, promessa ou entrega de vantagem pessoal ao eleitor com a finalidade de obter seu voto. A prática pode envolver dinheiro, produtos, serviços ou outras vantagens.

Ao colocar o tema nas redes sociais, Júlia transforma a compra de votos em uma das frentes de seu discurso eleitoral e reforça a defesa de uma escolha baseada na consciência do eleitor, e não no poder econômico de candidatos ou grupos políticos.