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<title>7Segundos - Palmeira</title>
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<description>Notícias de Palmeira, Alagoas, do Brasil e do mundo no portal 7Segundos.</description>
<lastBuildDate>Tue, 13 Oct 2026 15:26:41 -0300</lastBuildDate>
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<title>Colisão entre carro e moto deixa jovem ferido em Palmeira dos Índios</title>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 09:17:41 -0300</pubDate>
<dc:creator><![CDATA[ Maurício Silva ]]></dc:creator>
<category><![CDATA[ Acidentes ]]></category>
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<description><![CDATA[ O fato foi registrado na rua Muniz Falcão ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ <p>Uma colisão entre um carro e uma motocicleta deixou um jovem de 20 anos ferido no município de Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas. O acidente de trânsito foi registrado na manhã desta terça-feira (13), na rua Muniz Falcão, no bairro Juca Sampaio.<br><br>A batida entre os dois veículos foi registrada por volta das 8h desta terça-feira, e o Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL) foi acionado para socorrer a vítima.<br><br>Quando os três militares chegaram ao local para fazer o socorro, a vítima estava com escoriações nos braços e nas pernas.<br><br>Após o atendimento pré-hospitalar, a vítima, que não teve o nome divulgado, foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde ficou sob cuidados médicos.</p> ]]></content:encoded>
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<title>Fim da escala 6x1: o que acontece se o Senado aprovar a PEC nesta quarta</title>
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<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 06:55:37 -0300</pubDate>
<dc:creator><![CDATA[ 7Segundos com G1 ]]></dc:creator>
<category><![CDATA[ Política ]]></category>
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<description><![CDATA[ A proposta reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais e prevê dois dias de descanso remunerado; texto ainda precisa passar por outras etapas antes de entrar em vigor ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ <p>A proposta que prevê o fim da escala 6x1 enfrenta nesta quarta-feira (14) seu primeiro grande teste no plenário do Senado.<br><br>Os senadores devem votar, em primeiro turno, a PEC 221/2019, que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado por semana sem redução salarial.<br><br>O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas ainda precisa superar etapas importantes antes de eventualmente se transformar em uma Emenda à Constituição.<br><br><br>Para avançar, a proposta precisará receber ao menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores. O resultado definirá os próximos passos da tramitação e indicará o tamanho do apoio político à medida dentro da Casa.</p><p>A expectativa em torno da votação aumentou após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), incluir a matéria na pauta do plenário.<br><br>O tema vem mobilizando parlamentares favoráveis à aceleração da análise da proposta e também grupos que defendem um debate mais prolongado sobre seus impactos.<br><br>A seguir, entenda o que será votado, o que acontece em caso de aprovação e quais etapas ainda precisam ser cumpridas até a conclusão do processo legislativo.<br><br>O que será votado nesta quarta-feira?</p><p>A análise prevista para esta quarta não corresponde à votação definitiva da proposta.<br><br>Antes da deliberação, os senadores ainda precisam concluir as duas últimas sessões de discussão exigidas pelo regimento interno do Senado. Em seguida, o texto será submetido ao plenário em primeiro turno.<br><br>A PEC já passou pelas principais fases iniciais da tramitação. Foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e recebeu parecer favorável da CCJ do Senado em setembro. Agora, será apreciada por todos os integrantes da Casa.<br><br>Como altera a Constituição Federal, a proposta precisa ser aprovada por pelo menos três quintos dos senadores, o equivalente a 49 votos favoráveis.<br>A votação desta quarta também servirá para medir, pela primeira vez, o apoio efetivo da Casa ao texto.<br><br>A discussão ocorre após semanas de negociações envolvendo governo, oposição e representantes de diferentes setores econômicos.<br><br>Parlamentares favoráveis à proposta afirmam possuir apoio suficiente para a aprovação em primeiro turno. Já grupos contrários defendem mais tempo para discussão e alertam para possíveis impactos sobre custos trabalhistas e organização das empresas.<br><br>Além da disputa em torno do mérito da proposta, há divergências sobre o ritmo de tramitação. Enquanto alguns senadores tentam acelerar o processo, outros defendem um debate mais amplo antes da conclusão das votações.<br><br>Outro fator importante é o quórum. Mesmo com a matéria pautada, a aprovação depende do voto favorável de pelo menos 49 parlamentares, um número expressivo para mudanças constitucionais.</p><p>O que acontece se a PEC for aprovada?<br>Se a proposta obtiver os votos necessários, ela continuará tramitando no Senado.<br><br>A aprovação em primeiro turno não altera imediatamente a Constituição nem muda as regras da jornada de trabalho. Ela apenas permite que o texto avance para a reta final do processo legislativo.<br><br>Após essa etapa, ainda serão necessários:<br><br>três novas sessões de discussão em plenário;<br>votação em segundo turno;<br>nova aprovação com pelo menos 49 votos favoráveis.<br>Somente após a aprovação em segundo turno o Senado concluirá sua análise da proposta.<br><br>Caso os senadores mantenham exatamente o mesmo texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a PEC poderá seguir diretamente para promulgação pelo Congresso Nacional e passar a integrar a Constituição Federal.<br><br>O texto ainda pode sofrer alterações?<br>Sim.<br>Apesar de o relator da matéria, senador Omar Aziz (PSD-AM), ter rejeitado as 36 emendas apresentadas até o momento, novas sugestões de alteração ainda podem ser apresentadas durante a tramitação em plenário.<br><br>Caso alguma mudança seja aprovada, a PEC deixará de ter a mesma redação que passou pela Câmara.<br><br>Nessa hipótese, o texto precisará retornar aos deputados federais para uma nova análise antes da promulgação, o que poderá prolongar o processo legislativo.<br><br>A votação final pode ocorrer ainda em outubro?<br>Existe essa possibilidade.<br><br>Pelas regras normais do Senado, a proposta precisa cumprir novas sessões de discussão antes da votação em segundo turno. O regimento também prevê intervalo entre as duas deliberações.<br><br><br>Entretanto, parlamentares governistas articulam a aprovação de um calendário especial para acelerar a tramitação.<br><br>A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), recolhe assinaturas para apresentar um requerimento que permitiria reduzir parte desses prazos.<br><br>Segundo Davi Alcolumbre, nenhum pedido desse tipo havia sido apresentado formalmente até o momento. Caso isso aconteça, caberá ao plenário decidir se concorda ou não com a aceleração da análise.<br><br>Se houver acordo entre os senadores, a votação definitiva poderá ocorrer ainda na segunda quinzena de outubro.<br><br>O que prevê a PEC do fim da escala 6x1?<br>A proposta altera o artigo 7º da Constituição Federal para reduzir a jornada máxima semanal de trabalho no Brasil.<br><br>Hoje, o limite constitucional é de 44 horas semanais. O texto aprovado pela Câmara reduz esse teto para 40 horas, sem permitir redução salarial.<br><br>A proposta também garante dois dias de descanso remunerado por semana e determina preferência para que um deles seja concedido aos domingos.<br><br>Na prática, a mudança elimina a possibilidade de adoção da escala 6x1 como modelo regular de jornada.<br><br>O texto mantém o limite máximo de oito horas de trabalho por dia e preserva os pisos salariais das categorias.<br><br>As mudanças passariam a valer imediatamente?<br><br>Não. A PEC prevê uma implementação gradual para permitir a adaptação de empresas e trabalhadores.<br><br>Primeira etapa<br><br>Iniciada 60 dias após a promulgação da emenda:<br>redução da jornada máxima de 44 para 42 horas semanais;<br>garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.<br>Segunda etapa<br><br>Iniciada 12 meses após a primeira fase:<br>redução definitiva da jornada máxima para 40 horas semanais.<br>Na prática, a implementação completa ocorreria cerca de 14 meses após a promulgação da emenda constitucional.<br><br>A medida alcançaria a maior parte dos trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).<br><br>O texto, porém, prevê exceções e regras específicas.<br><br>Atividades contínuas e consideradas essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão manter escalas diferenciadas por meio de acordos e convenções coletivas.<br>A proposta também estabelece tratamento diferenciado para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração superior a 2,5 vezes o teto do INSS, atualmente em torno de R$ 21 mil mensais.<br><br>Além disso, determina que uma futura lei complementar estabeleça regras específicas para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.</p> ]]></content:encoded>
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<title>Nunes Marques marca reunião com campanhas de Flávio Bolsonaro e Lula</title>
<link>https://7segundos.com.br/palmeira/noticias/2026/10/12/308962-nunes-marques-marca-reuniao-com-campanhas-de-flavio-bolsonaro-e-lula</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 17:53:49 -0300</pubDate>
<dc:creator><![CDATA[ 7Segundos, com R7 ]]></dc:creator>
<category><![CDATA[ Eleições ]]></category>
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<description><![CDATA[ Ministro vai conversar com equipes dos candidatos após decisões divergentes sobre canal no WhatsApp e sequência de ações eleitorais ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ <p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para esta terça-feira (13) uma reunião com representantes das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em meio ao aumento das disputas judiciais entre os dois candidatos à Presidência da República.<br><br>A RECORD apurou que o encontro estava agendado desde a semana passada e não foi convocado em função da escalada de ações apresentadas à Justiça pelos candidatos nos últimos dias.</p><p>De todo modo, a reunião deve servir para que os dois lados discutam a situação. Entre domingo (11) e segunda-feira (12), as equipes protocolaram ao menos 38 ações na Corte em um intervalo de cerca de 25 horas.</p><p>Segundo dados do TSE, 24 processos foram apresentados pela campanha de Flávio Bolsonaro, enquanto outros 14 partiram da chapa de Lula. O volume equivale a mais de uma ação por hora.</p><p>A reunião ocorre em meio a uma série de decisões judiciais envolvendo as campanhas, especialmente sobre a circulação de conteúdos nas redes sociais.<br><br>Um dos casos que ganharam destaque nos últimos dias foi o do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que reúne cerca de 3,3 milhões de seguidores.</p><p>Impasse sobre canal no WhatsApp<br><br>No domingo, Nunes Marques determinou a suspensão do canal após atender a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro. A equipe do candidato do PL alegou que o espaço era utilizado para disseminar informações falsas contra o senador.<br><br>Ainda no domingo, porém, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a decisão e autorizou o funcionamento do canal. Ao analisar o caso, Cueva afirmou que não havia elementos suficientes para justificar a suspensão integral do espaço.</p><p>A decisão permite a retomada das publicações e a entrada de novos seguidores, mas tem caráter provisório. O caso deverá ser submetido ao plenário do TSE.<br><br>Nesta segunda-feira, Nunes Marques pediu que a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do tribunal forneça, com máxima urgência, informações sobre a circulação dos conteúdos publicados no canal em outras plataformas.<br><br>O ministro também quer saber se o órgão técnico adotou providências para avaliar os riscos das publicações ao processo eleitoral.</p> ]]></content:encoded>
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<title>Homem ameaça atear fogo na casa da ex-esposa e é preso em Taquarana</title>
<link>https://7segundos.com.br/palmeira/noticias/2026/10/12/308956-homem-ameaca-atear-fogo-na-casa-da-ex-esposa-e-e-preso-em-taquarana</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 16:32:53 -0300</pubDate>
<dc:creator><![CDATA[ Maurício Silva ]]></dc:creator>
<category><![CDATA[ Polícia ]]></category>
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<description><![CDATA[ O fato foi registrado na rua Belém. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ <p>Um homem de 37 anos foi preso em flagrante por ameaça e descumprimento de medida protetiva, na noite deste domingo (11), no município de Taquarana, no interior de Alagoas. O suspeito ameaçou atear fogo na casa da ex-esposa, na rua Belém, na zona urbana.<br><br>Policiais do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) foram acionados, por volta das 22h40, para averiguar uma denúncia de ameaça nas imediações da Rua Belém. Os militares encontraram o suspeito ainda na residência da ex-companheira, de 43 anos, portando uma faca do tipo peixeira. Ele também estava ameaçando atear fogo no imóvel utilizando um botijão de gás e uma caixa de fósforos.<br><br>Após verbalização por parte da PM, o homem deixou a residência ainda portando a arma branca. Neste momento, a equipe conseguiu desarmá-lo e conter o agressor.<br><br>As partes foram conduzidas ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em Palmeira dos Índios, onde foram realizados os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil. O homem permaneceu preso em flagrante por descumprimento de medida protetiva e ameaça no contexto de violência doméstica.</p> ]]></content:encoded>
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<title>Mulher morde abdômen de marido para tentar cessar agressões em Palmeira</title>
<link>https://7segundos.com.br/palmeira/noticias/2026/10/12/308942-mulher-morde-abdomen-de-marido-para-tentar-cessar-agressoes-em-palmeira</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:59:02 -0300</pubDate>
<dc:creator><![CDATA[ Maria Villanova ]]></dc:creator>
<category><![CDATA[ Polícia ]]></category>
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<description><![CDATA[ Caso de violência doméstica ocorreu neste domingo (11); Homem voltou a agredir a companheira, resistiu à abordagem da PM e acabou preso ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: justify;">Um homem foi preso em flagrante por violência doméstica contra a companheira&nbsp;na noite deste domingo (11), na Vila Maria, em Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas. Durante as agressões, a vítima chegou a morder o abdômen do marido na tentativa de se defender.<br><br>De acordo com a Polícia Militar, uma equipe foi acionada após a própria vítima conseguir enviar uma mensagem denunciando o caso. Ela relatou que, após uma discussão, foi agredida pelo companheiro e reagiu com a mordida para tentar cessar o ataque. No entanto, o homem continuou com as agressões físicas.<br><br>Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais militares encontraram a mulher gritando na porta da residência. A equipe entrou no imóvel e ordenou a abordagem do suspeito, que se recusou a obedecer aos comandos da polícia. Diante da resistência, os militares precisaram usar a força e algemar o suspeito.<br><br>O casal foi levado inicialmente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local para receber atendimento médico devido às lesões corporais e, logo após a liberação da equipe de saúde, foi conduzido ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP).<br><br>Na delegacia da Polícia Civil, o homem foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal dolosa e ameaça no contexto da Lei Maria da Penha, permanecendo detido e à disposição da Justiça.</p> ]]></content:encoded>
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