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Municípios repudiam reforma da Previdência, afirma Paim

10/03/2017 14h02
Municípios repudiam reforma da Previdência, afirma Paim

O senador Paulo Paim (PT-RS) registrou, em discurso nesta sexta-feira (10), o recebimento de moções de repúdio à reforma da Previdência, enviadas por assembleias legislativas, prefeituras e frentes de entidades da sociedade civil de cidades de diversos estados.

– Os pequenos [municípios] estão sentindo que essa reforma vai acabar com a vida deles. No Rio Grande do Sul, de 497 cidades, já recebi em torno de 130 moções de repúdio à reforma da previdência – contou.

Paim disse já ter 45 assinaturas para a CPI que investigará as contas da Previdência Social, sendo exigido o apoio de pelo menos 27 senadores para a criação da comissão. O senador reafirmou sua convicção de que não há deficit no sistema previdenciário, mas problemas em função da má gestão, da falta de fiscalização e de anistia a grandes devedores.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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