Mineradora Vale Verde ganha Prêmio de Excelência da Indústria 2020 com projeto situado no Agreste
Artigo publicado em revista nacional especializada no setor minerário destacou redução de custos
A Mineração Vale Verde (MVV), que também está instalada no Agreste do Estado, cada vez mais, mostra seu engajamento, compromisso e ética com a preservação e a biodiversidade do território em que atua, no interior alagoano. É que o Projeto Serrote, situado entre Arapiraca e Craíbas, acabou de ser agraciado com mais uma honraria: o “Prêmio de Excelência da Indústria Minero Metalúrgica”, realizado pela conceituada revista Minérios & Minerales, já em sua 22ª edição nacional.
A MVV foi uma das 40 empresas que participaram do certame. Com anúncio feito nesta quinta-feira (18), ela ganhou na categoria “Meio Ambiente e Comunicação”.
PRODUÇÃO DE MUDAS
Na edição nº 403 da referida revista, de outubro/novembro de 2019, a companhia publicou o artigo “Vale Verde aumenta eficiência produtiva de viveiro para reflorestamento”, escrito pelo técnico de Agropecuária da MVV, Jaédson Oliveira, e orientado pelo coordenador de Meio Ambiente da companhia, André Maia.
O conteúdo do artigo apresenta os resultados econômicos obtidos pela substituição de sacolas plásticas, proporcionando maior produtividade de mudas e menor impacto ambiental. A produção ocorre nos viveiros do Centro de Educação Ambiental (CEA) da MVV, localizado na Fazenda Uruçu, zona rural de Craíbas.
"O prêmio é fruto do nosso trabalho em equipe! Um trabalho sólido, que fez com que se reduzissem custos na operação de produção de mudas, além da diminuição também de alguns insumos minerais. Em um espaço onde nós produzíamos uma única muda, hoje estamos conseguindo praticamente fazer quatro vezes mais com o mesmo processo, utilizando a mesma quantidade de água, por exemplo. Houve, ainda, o fim do consumo de sacolas plásticas. Ao término do ciclo das mudas, essas sacolas eram jogadas fora. Com os tubetes, que são de plástico, isso não está ocorrendo mais! Esses novos itens têm duração média de 10 a 15 anos aqui conosco", diz Jaédson Oliveira.
A substituição por tubetes viabilizou a geração de mais de 84 mil mudas por ano nos três viveiros do local, com cerca de 40 espécies de plantas nativas. O CEA existe desde 2013, a contar também com o santuário de cactos; o meliponário, uma espécie de criatório de abelhas sem ferrão; a Farmácia Viva; e as trilhas ecológicas, que acolhem estudantes e visitantes em geral.
"Esse reconhecimento é interessante para fortalecer as ações que nós já estamos desempenhando no Projeto Serrote. Acredito que, a partir do recebimento desse prêmio, outros empregados da MVV serão estimulados a participar e a mostrar seus relevantes trabalhos com mais frequência. Ganha a companhia, mas ganha também o meio ambiente", finaliza o especialista.
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