Acusado do assassinato de radialista no Sertão é morto em troca de tiros com a polícia
Wellington Barbosa era um dos alvos de operação policial e resistiu à prisão
O homem apontado como autor do assassinato do radialista Jota Ferreira, ocorrido em 2017, morreu na manhã desta terça (23), em uma troca de tiros com policiais na mesma cidade onde o crime aconteceu, em Olho d'Água das Flores.
Wellington Barbosa era investigado pelo crime e tinha um extensa ficha criminal, que além de homicídio, incluía também porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. Em decorrência desses crimes ele era alvo da Operação Marmota, desencadeada pelas Secretaria de Segurança dos estados de Alagoas e Rio Grande do Norte.
De acordo com informações da polícia, os agentes que foram cumprir mandado de prisão contra Wellington Barbosa foram recebidos com disparos de arma de fogo. Durante o revide, o investigado foi atingido. Ele chegou a ser socorrido pelos próprios policiais para uma unidade hospitalar na região, mas não resistiu e morreu pouco depois.
Operação Marmota
A ação policial, que em Alagoas é coordenada pela Secretaria de Segurança Pública, cumpre 15 mandados de prisão e 14 de busca e apreensão em Maceió, Olho D'água das Flores e em Natal, capital do Rio Grande do Norte.
A operação, fruto de um trabalho investigativo realizado pela SSP, pela Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC) e pelo 7º Batalhão da Polícia Militar, é comandada pelo delegado Gustavo Xavier, diretor da DEIC, e pelo comandante do 7° BPM, tenente-coronel Gouveia.
Os mandados foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital com base em provas técnicas que comprovam a participação dos alvos em crimes como tráfico de drogas, posse e porte legal de arma de fogo e homicídios. As equipes policiais cumpriram mandados em Maceió, no bairro do Benedito Bentes, em Olho D'água das Flores e em Natal (RN).
O líder da organização criminosa reside em Natal, local de onde ele também comandava as ações do grupo em Alagoas. A operação ganhou o nome de Marmota em analogia ao roedor, que tem como hábitos cavar buracos e hibernar por até nove meses.
A organização criminosa tem ligação com uma conhecida facção criminosa nacional e, assim como as marmotas, cavava buracos em terrenos próximos dos pontos de comércio das drogas para esconder os entorpecentes e, desta forma, tentar despistar as forças de segurança.
Até o momento, além da morte de Wellingont Barbosa, outras dez pessoas foram presas, incluindo o líder da organização criminosa, que estava em Natal. Também foram apreendidas uma espingarda, uma pistola .40, um revólver calibre 32, uma quantidade significativa de cocaína, tabletes de maconha, além de dinheiro, celulares e outros equipamentos.
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