Polícia

IML não identifica causa da morte de mulher encontrada no Canal do Sertão

Exames complementares devem trazer novos esclarecimentos sobre o caso nos próximos 20 dias

Por Erick Balbino 14/10/2026 11h11 - Atualizado em 14/10/2026 12h12
IML não identifica causa da morte de mulher encontrada no Canal do Sertão
IML não identifica causa da morte de mulher encontrada no Canal do Sertão - Foto: Reprodução

O Instituto Médico Legal (IML) não conseguiu determinar a causa da morte de Maria Rosilda dos Santos, de 50 anos, encontrada boiando nas águas do Canal do Sertão, na zona rural de Água Branca, no Sertão de Alagoas. O corpo foi localizado na segunda-feira (12), após a mulher passar cerca de 24 horas desaparecida.

De acordo com informações repassadas à reportagem, o exame de necropsia não confirmou a hipótese de afogamento e também não identificou o que provocou a morte. A causa foi classificada como indeterminada, e a expectativa é de que novos detalhes sejam conhecidos após a conclusão de exames periciais, prevista para os próximos 20 dias.

Maria Rosilda morava no povoado dos Morros, na zona rural de Delmiro Gouveia. Conforme relatos de familiares, ela saiu na noite do domingo (11) para consumir bebida alcoólica com amigos em uma residência situada a aproximadamente 50 metros do canal.

Ainda segundo os parentes, a mulher teria passado a noite no imóvel e deixado o local sozinha, com a intenção de retornar para casa. Como ela não chegou à residência, os familiares foram até o endereço onde havia estado com os conhecidos, na tentativa de obter informações sobre seu paradeiro.

Durante as buscas, o corpo foi encontrado por populares dentro do Canal do Sertão. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e realizou a retirada da mulher da água.

Inicialmente, Maria Rosilda não pôde ser identificada oficialmente, pois estava sem documentos. Posteriormente, os familiares reconheceram o corpo.

Segundo informações repassadas à reportagem, os parentes afirmaram que não havia marcas aparentes de violência. A possibilidade de uma queda acidental no canal foi levantada pela família, mas não há confirmação sobre as circunstâncias da morte.

O caso permanece sem uma explicação definitiva, e os resultados dos exames periciais poderão contribuir para esclarecer o que aconteceu.

O sepultamento de Maria Rosilda foi realizado na terça-feira (13), após a liberação do corpo.