Polícia

Polícia investiga dono de carga com drogas e mil cigarros eletrônicos em Arapiraca

Segundo o capitão do 3º BPM, funcionários de uma empresa de logística foram ouvidos e liberados

Por Erick Balbino 22/10/2026 10h10 - Atualizado em 22/10/2026 10h10
Polícia investiga dono de carga com drogas e mil cigarros eletrônicos em Arapiraca
Polícia investiga dono de carga com drogas e mil cigarros eletrônicos em Arapiraca - Foto: Reprodução

A Polícia Militar de Alagoas trabalha para identificar os responsáveis por uma carga de drogas e cigarros eletrônicos apreendida em uma empresa de logística, nesta quarta-feira (21), em Arapiraca, no Agreste alagoano. Apesar da quantidade expressiva de material encontrado, a propriedade da mercadoria ainda não foi esclarecida.

Em entrevista sobre a ocorrência, o capitão Lopes, comandante da Companhia de Polícia Militar Independente Fazendária, explicou que os produtos estavam no interior da empresa, mas não foi possível determinar, naquele momento, quem era o dono da carga.

Os funcionários do estabelecimento foram chamados para prestar esclarecimentos às autoridades. Após os depoimentos, eles foram liberados, uma vez que não havia identificação conclusiva do responsável pelo material ilícito.

De acordo com o oficial, a investigação agora deve se concentrar no rastreamento da mercadoria. O objetivo é descobrir de onde vieram os produtos, quem os encaminhou ao local e quem seria o destinatário da carga.

“É contrabando, material ilegal. A Receita Federal vai apreender todo ele”, afirmou o capitão Lopes ao comentar os próximos procedimentos relacionados aos itens recolhidos.

A apreensão ocorreu na quarta-feira (21), durante uma ação integrada da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL), com participação da Companhia Fazendária. No local, foram encontrados aproximadamente 75 quilos de entorpecentes, entre maconha e cocaína, além de cerca de mil cigarros eletrônicos.

Até o momento, não há confirmação sobre a identidade dos responsáveis pela mercadoria. As diligências devem continuar para esclarecer a origem dos produtos e apurar possíveis vínculos com o comércio ilegal de drogas e dispositivos eletrônicos.