[Vídeo] Advogado fala sobre a difícil recuperação de Maria Daniela, vítima de estupro em Coité do Nóia
Cérebro da jovem continua inchado e ela pode necessitar de procedimento médico nos próximos dias
O Advogado Ikei Gabriel, que defende a família da jovem Maria Daniela Ferreira, 19 anos, vítima de estupro ocorrido em dezembro de 2024 em uma chácara na zona rural e Coité do Nóia, Agreste de Alagoas, falou ao 7Segundos sobre as sequelas deixadas na vítima e como está a recuperação da jovem, que ainda sofre bastante junto com a família devido ao trauma físico e psicológico sofrido em consequência do ato.
Uma parte do cérebro da jovem continua com um forte edema e ela pode necessitar de procedimento médico delicado nos próximos dias, contou o advogado.
Ikei Gabriel relatou que a família segue em busca por justiça e quer que o caso seja devidamente esclarecido. Ele também falou sobre o depoimento do suspeito à polícia sobre o ocorrido.

Maria Daniela tem 19 anos e foi vítima de crime de estupro em Coité do Nóia, Agreste de Alagoas.
Assista a entrevista completa no link abaixo e na sequência, relembre o caso, passo a passo:
Caso
O caso ganhou repercussão no início deste mês de abril após o pai da vítima divulgar um vídeo nas redes sociais cobrando celeridade por parte da polícia e da justiça no episódio e ainda, pedindo a prisão do suspeito, Victor Bruno da Silva, conhecido como Vitinho, 18 anos de idade, com quem Maria Daniela teve um relacionamento.
Na época, o pai de Vitinho também divulgou um vídeo nas redes sociais ao lado do filho, afirmando que o mesmo é inocente.
Na sequência, a Polícia Civil de Alagoas, por meio da Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, informou que concluiu o inquérito sobre o crime de estupro da jovem de 19 anos, ocorrido em dezembro de 2024, em Coité do Nóia e que a prisão preventiva do suspeito havia sido solicitada e deferida pela justiça.
O Ministério Público Estadual também se manifestou informando que vinha acompanhando de perto o caso da jovem Maria Daniela, através da Promotoria de Justiça de Taquarana, representada pelo promotor Sérgio Ricardo Vieira Leite, que ofertou denúncia do autor à justiça no dia 28 de fevereiro, apesar do caso ter ganhado repercussão posteriormente.
O suspeito de cometimento do crime, Victor Bruno da Silva, até a publicação desta matéria, encontrava-se de foragido.
O espaço para que os advogados da família de Victor Bruno possam se manifestar também está aberto.
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